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CEO - GCO

Eduardo Garcia da Costa Oliveira

"...Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado..."

 
@eduardocostagco


"...Nossa maior fraqueza está em desistir.
O caminho mais certo de vencer é tentar mais uma vez..."


Como Tudo Começou?

Nasci em uma família de comerciantes o que alimentou dentro de mim a vontade de ter meu próprio negocio. O primeiro deles foi um espaço Vida Saudável da empresa Herba Life quando tinha 18 anos. Fiz carreira em diversas empresas do segmento, e empreendi em outras áreas como Lava Rápido e Pizzarias.

Atualmente tenho uma fabrica de salgados e sou sócio fundador da GCO Digital. Empresa que surgiu em 2018 com a ideia de transformar o marketing digital, somos criadores do Método GCO de Divulgação que oferece tudo que sua empresa precisa para ter presença efetiva e satisfatória dentro da internet.


Nosso objetivo com a empresa é tornar o maior numero de pessoas possíveis empreendedores digitais, o Mercado Digital é o que mais cresce no Mundo. Os motivos que acredito que faça isso acontecer é o poder que a internet tem de alavancar os negócios e o fato de produtos digitais não exigirem estrutura física ou logística dentro da sua empresa.

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Empreendedorismo é para todos. Um texto que a elite não gosta

Todos os gostos, culturas, raças, escolaridades e para todo e qualquer tipo e tamanho de sonhos.
 Isso porque o empreendedorismo é democrático e meritocrático

Empreender não é um privilégio de uma elite intelectual, social ou econômica. Empreendedorismo é um estilo de vida de pessoas que desejam conquistar mais, que não querem passar em branco e nem se acomodarem, ficando conformados com as adversidades que os rodeiam.


Empreender é para todos. Todos os gostos, culturas, raças, escolaridades e para todo e qualquer tipo e tamanho de sonhos. Isso porque o empreendedorismo é democrático e meritocrático.

Qualquer pessoa pode começar muito pequeno e, com o seu trabalho, crescer sem limites.

Uma pessoa preparada que estudou bastante sobre administração, contabilidade, marketing etc., seja nas melhores escolas de negócios do mundo ou numa simples faculdade de bairro, tem em suas mãos bastante ferramentas que podem lhe ajudar a empreender. Mas como o empreendedorismo não exclui ninguém, não é pouco comum conhecermos pessoas que não tiveram acesso a sequer terminar o ensino médio e até o fundamental, mas que se tornaram empreendedores bem sucedidos, superando a sua falta de instrução formal através de uma pesquisa própria, além de muita coragem, criatividade, determinação e muito trabalho.


Exemplos, não faltam...

Essas pessoas adotaram este estilo de vida porque em algum momento tiveram um forte desejo de mudarem de vida, de fazerem acontecer e este desejo para elas foi o suficiente para se lançarem como poucos a realizarem os seus projetos, vencendo todo e qualquer tipo de dificuldades. Sem este desejo insuportável e esta fome insaciável por mudanças, muitos, mesmo os bem graduados, não saem do lugar.
Empreendedorismo deveria ser matéria básica na escola, dando acesso a todas as crianças, referências, contando histórias de pessoas simples que empreenderam em sua comunidade, que se tornaram agentes de transformação, que prosperaram no deserto e triunfaram em meio a tanta desesperança e falta de perspectiva.
Aliás, uma criança, que ainda não teve o tempo suficiente para ser influenciada pelo sistema, no auge de sua ousadia juvenil e com a sua criatividade a flor da pele, sem os medos plantados pela sociedade que cultua a estabilidade e que tem pavor ao risco, seria um terreno fértil perfeito para se ensinar os princípios deste estilo de vida que, na realidade já nasceu com cada criança, mas que com o passar do tempo, acaba sendo substituído pela insegurança, medo e a mediocridade.


Muita gente acadêmica não gosta deste discurso. Alguns inclusive referem-se a ele com a "orkutização" do empreendedorismo, como escutei recentemente. Bem, não é pouco comum, já de longa data, desde que o mundo é mundo, que existam grupos que se autodenominam como elite, que tem a tendência a resistir e menosprezar os que se atrevem a contrariar as estatísticas e não aceitam ser excluídos simplesmente porque não tiveram acesso ao que este grupo seleto teve.

Por isso eu digo bem alto: EMPREENDEDORISMO É PARA TODOS. É pra você, pra mim, pro pobre, pro rico, pro negro, pro branco, pro graduado em Havard, na Faculdade de Tribobó do Oeste, para os que não são graduados, para os que têm pai rico ou para os que nem conheceram o seu pai.

Empreendedorismo é para o empresário, para o empregado, para o autônomo, para empresas de tecnologia, de serviços, para o varejo, para o camelô, para o feirante, pipoqueiro, fazendeiro e o faxineiro.
Empreendedorismo é para todos que TÊM UMA FOME INSACIÁVEL POR MUDANÇAS. Não é para conformados, para acomodados, para herdeiros sem ambição e nem para os que apenas engordam o seu cérebro com o acúmulo de informações acadêmicas que nunca são colocadas em prática. Um Brasil com esta cultura de empreendedorismo será certamente um Brasil muito mais próspero.


Este pode ser o Brasil de nossos filhos e netos.

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